A base sustenta
296 conceitos destilados dos melhores cursos, mentorias, livros e swipe files do mundo, todos ligados entre si.
Você já comprou o curso, já salvou os swipes, já pagou a call e já pediu pra IA escrever o anúncio. Continua no mesmo lugar. O gargalo nunca foi informação. Foi execução com padrão: o framework certo, na etapa certa, sem perder o fio entre a oferta, a página e o anúncio. A Aura é esse padrão, transformado em sistema.
O cara grava 200 aulas, abre um grupo de WhatsApp com 500 pessoas fazendo a mesma pergunta e chama isso de mentoria. Você sai com 47 páginas de anotação que nunca mais abre. Na Aura, você não assiste aula nenhuma: o framework executa e puxa da base exatamente o que cada etapa pede.
Os métodos de quem escala marcas e de quem escreveu as cartas mais lucrativas da resposta direta, trabalhando dentro de cada decisão da sua operação. Sem agenda, sem call, sem esperar a próxima aula. Por que você assistiria dezenas de horas de conteúdo, se a IA executa melhor que você de qualquer jeito?
Você pode estar pensando: ok, tenho a base, mas ainda preciso saber o que perguntar, em que ordem e com qual prompt. Eu pensei nisso. Por isso a Aura tem três camadas: a base dá o critério, o framework faz o trabalho e o workspace guarda o que é da sua marca.
296 conceitos destilados dos melhores cursos, mentorias, livros e swipe files do mundo, todos ligados entre si.
28 skills e 337 mil palavras de instrução: o que fazer em cada etapa, com que régua e em que ordem. Nada fica no improviso.
Cada marca ganha uma pasta no seu computador, e o que é dela nunca sai dali. O motor se atualiza sozinho: 171 atualizações desde abril, cada uma chegando na próxima vez que você abre a Aura.
A ordem é o método, e quem pula etapa paga no anúncio. Aqui, nenhuma etapa começa sem o que a anterior entregou, e a Aura sabe sempre em que ponto cada marca está.
Descobrir o que vender, para quem e contra quem. Cada conclusão nasce de dado com fonte, nunca de intuição.
Transformar a pesquisa numa oferta que vence a do concorrente e nas palavras que a vendem.
Uma loja com padrão de marca grande, rastreada do primeiro clique e desenhada para vender mais por pedido.
Criativos modelados no que já escala, uma auditoria final e a campanha montada para a sua revisão.
Ler o resultado com régua, escalar só o que venceu de verdade e multiplicar o anúncio que funcionou.
Roda dentro do Claude Code, no seu computador. Você escreve em português e vê cada etapa acontecendo, em volume e qualidade impossíveis na mão. Só uma coisa ainda passa pela mão de alguém: a edição do vídeo. A Aura entrega o roteiro, as cenas e a lista de cortes segundo a segundo. O editor só monta.
944 mil palavras destiladas de 10 programas de elite, mais de 25 livros e 1.338 peças de resposta direta que venderam de verdade. Convenhamos: você não ia ler. O último livro que você terminou foi Peter Pan, aos sete anos. A Aura lê por você e puxa só o trecho que cada etapa pede.
Não é pack de prompt jogado num doc. Cada ponto é um conceito, cada linha uma conexão. É por essas conexões que a pesquisa conversa com a oferta, a oferta com a copy e a copy com o anúncio.
Aula por aula, transcritos e destilados. Só a última leva somou 157 horas de vídeo e 844 documentos.
Schwartz, Hopkins, Ogilvy, Caples, Cialdini, Ries e Trout, Reeves, Hormozi e mais de vinte outros.
Promoções e cartas de venda de Halbert, Bencivenga, Makepeace e Schwartz, com os padrões de cada uma medidos e anotados.
Lidas uma a uma, para extrair o porquê de cada escolha, não só o texto final.
Quando o mesmo conceito aparece em cinco fontes diferentes, ele vira um conteúdo só, com cada visão registrada. Cada um explica o que é, como funciona, como aplicar, exemplos reais e os erros que derrubam a execução.
Guru te mostra o que funcionou este mês, e em seis meses aquilo virou lixo. Aqui existe uma ordem: o método atual de quem opera DTC em escala define a prática, o livro que criou o conceito dá a fundação e o swipe file prova numa peça real. Quando a prática muda, a base muda junto, pra todo mundo.
Quando a Copy Engine chega na headline, ela não improvisa. Busca na base exatamente o que aquela etapa pede, e cada conteúdo entra com uma função.
Lê o estágio do seu mercado na pesquisa e escolhe a estrutura certa: claim direto, claim ampliado, mecanismo no título, mecanismo melhorado ou identidade.
Transformam o claim nu em headline: medir, comparar, metaforizar, sensibilizar, criar paradoxo, mostrar o antes e o depois.
A régua de Bencivenga: a headline precisa prender alguém acordado à força às três da manhã. Se não prende, volta para a construção.
Toda frase de cliente, todo claim de concorrente e todo número tem origem rastreável. Quando um site bloqueia, a Aura troca de rota. Nunca preenche lacuna com texto plausível.
O mecanismo nomeado na oferta é o mesmo, palavra por palavra, na copy, na página e no anúncio. Antes do lançamento, uma auditoria confere a história inteira.
Claim específico, mecanismo nomeado, promessa concreta e número quando existe. O tom final é decisão sua, não de um filtro.
Uma operação por vez: executada, verificada e registrada antes da próxima. Cada mudança entra num registro que a análise lê.
Arquivo gerado por IA carrega metadados de origem. Todo criativo passa por um limpador que remove isso sem alterar um pixel.
O motor se atualiza sozinho. Pesquisas, ofertas, páginas e criativos da sua marca vivem no seu computador.
Cada conexão é opcional. Conectada, a Aura executa sozinha. Sem ela, conduz você no passo a passo e chega ao mesmo resultado.
A Aura foi feita pra quem opera marca de verdade, não pra agradar todo mundo. Se alguma linha do primeiro quadro descreve você, pode fechar esta página agora.
Amanhã você volta pro grupo de 500 pessoas, assiste mais uma aula e enche mais três páginas de anotação. Daqui a um ano, está no mesmo lugar. Com mais caderno.
Assistir às 200 horas, ler 25 livros, montar os próprios prompts e achar a ordem certa na tentativa e erro, pagando cada erro em anúncio. Dá pra fazer. Mas nós dois sabemos que você não vai.
Abrir a porra do terminal e começar hoje, com o processo de quem já escalou trabalhando na sua marca desde a primeira etapa.
No terceiro caminho, se der errado, não foi falta de informação. Nem de método. Nem de ferramenta. Sobrou você.
Se você é quem eu acho que é, já sabe com quem falar.